Um motorista de aplicativo de 38 anos foi mantido em cativeiro por mais de três dias no Novo Gama, em Goiás. A Polícia Civil do Distrito Federal resgatou a vítima durante uma ação.
O delegado Leandro Ritt, responsável pela investigação, relatou detalhes do período de sequestro. Segundo ele, o crime teria sido planejado por pessoas conhecidas da vítima.
O caso ocorreu no Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal, e a notícia sobre a investigação foi publicada em 4 de novembro de 2026. A vítima foi encontrada em uma casa, conforme informações da reportagem.

A apuração envolve cinco pessoas, segundo a notícia sobre o resgate. Entre os aspectos investigados estão a suspeita de dívida relacionada à compra de drogas e a participação de dois adolescentes, que foram apreendidos.
Condições em que o motorista foi mantido no cativeiro
Segundo o delegado Leandro Ritt, o motorista de aplicativo sequestrado permaneceu com os pés e as mãos amarrados. As mãos estavam inchadas e arroxeadas, e ele não conseguia caminhar.
Ritt relatou que a vítima acreditava que seria executada nas horas seguintes ao pagamento do resgate. A expectativa de que isso pudesse acontecer fazia parte do período em que o homem estava sob o controle dos sequestradores.
O estado físico descrito pelo delegado foi observado quando o motorista foi encontrado. As lesões e a dificuldade para andar indicavam que ele estava debilitado após permanecer amarrado.
Suspeita de dívida e pessoas investigadas no sequestro
De acordo com o delegado, o crime teria sido planejado por um amigo da vítima e por um casal de traficantes. A hipótese investigada é de que o sequestro estivesse relacionado a uma dívida pela compra de drogas.
Dois adolescentes, filhos de uma das suspeitas, foram apreendidos por participação no crime, segundo Ritt. A investigação também apura o envolvimento das demais pessoas apontadas no caso.
O delegado orientou que familiares de pessoas sequestradas procurem a polícia imediatamente. Segundo ele, a atuação de equipes especializadas aumenta as chances de a vítima voltar para casa em segurança.


